sexta-feira, 30 de março de 2012

O trabalho prático do estagiário em Pedagogia

Tenho uma amiga que cursa Pedagogia e está estagiando.
Para ela este é um momento ímpar onde ela tem a oportunidade de ver todas as teorias de ensino em prática.
Em muitos questionamentos e trabalhos teóricos lhe auxiliei. Mas agora eu me via na posição de entrevistada.
Ela  me perguntou qual era a contribuição do trabalho do estagiário para um docente e para a Coordenação Pedagógica.
Lembro-me de ter rascunhado minha resposta e de tê-la entregue a mesma.
Agora achei o rascunho e resolvi lançar aqui a minha resposta.

"O trabalho prático do estagiário permite ao docente rever seu trabalho cotidiano sob outro ponto de vista.
Na interação com os docentes é necessário mostrar boa postura ética.
Com os alunos, é importante criar vínculos de amizade/proximidade, tornando-se capaz de interagir e até prestar apoio aos docentes com alunos que mostram algum tipo de dificuldade no processo ensino-aprendizagem e necessitam de mais auxílio e atenção por parte do professor".

De fato, o apoio dado pelos estagiários em fase de co-participação vai além da prestação de auxílio ao um docente, é uma fase de descobertas, adaptações, ligações entre a teoria e a prática e o despertar do prazer de ensinar e aprender.
Mas isso só funciona para aqueles que AMAM A PEDAGOGIA, AMAM O MAGISTÉRIO, AMAM ENSINAR.

Os que não querem aprender nada, só querem levar a vida na malandragem não se aventuram no incrível mundo das salas de aula.
Não se encanta com o ofício docente e sobram-lhe críticas infames a alunos e colegas.
Espero que a safra de novos docentes afaste-se dessa tendência e busque descobrir mais, na prática.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Quando Deus é prioridade tudo pode mudar em sua vida

Palavra pregada no Culto Dominical na I.E.A.D.-Ministério de Santos, Congregação de Campos Sales, em São Vicente, no dia 25.03.2012.
Por Pr. Sebastião dos S. Pereira.

Basesdo em trechos do livro de Ester capítulo 5.1-9 e capítulo 7.1-6.

É muito comum fazermos um pedido, uma petição, bater à porta de alguém pedindo socorro num momento de dificuldade.
De acordo com o texto bíblico a rainha Ester não se intimidou para realizar uma petição, ao procurar ser vista pelo rei e entrar em sua presença.
Ester sabia o risco que corria pois estava ciente de que ainda não era tempo determinado de entrar na presença do soberano. Mas ela sabia que se conseguisse entrae e ele lhe estendesse seu cetro de ouro ela seria ouvida e a sua história mudaria.
E Deus quer mudar sua história hoje.
Se te fosse dada a oportunidade de chegar a alguém importante, capaz de solucionar seus problemas ou atender a suas necessidades, o que você lhe pediria?
E se te fosse dada a oportunidade de fazer três petições, três requerimentos, o que você pediria? E qual seria a ordem de prioridade em que você colocaria seus pedidos?
Em Ester havia uma necessidade urgente. Havia data marcada para a destruição de seu povo e dela, consequentemente. Sem a intervenção sobrenatural de Deus eles não teriam a menor chance de salvação.
Ela não esqueceu da prioridade, da urgência em questão no momento do 1º banquete. Ela aproveitou a oportunidade para agradar ao seu rei, para conquistar sua atenção e, num outro momento apresentar sua petição, considerando a situação em que ela se encontrava.
Às vezes estamos tão preocupados com nossos próprios problemas, com nossas dificuldades que acabamos por nos esquecer do porquê estamos reunidos na presença de Deus.
Deus espera algo de nós. E Ele espera no dia de  HOJE.
Ele quer que dediquemos um momento par Ele, para uma aproximação. Que tiremos nossa cabeça do problema e que coloquemos nosso coração no “banquete”, no oferecimento de nosso sacrificio ao Senhor, que nos voltemos a agradá-Lo.
Nossa preocupação deve ser em oferecer a Deus um sacrifício de louvor e de adoração e um sacrifício sincero.
O rei agradou-se do 1º banquete e lembrou-se de que ela tinha uma petição. Mas ela, com a intenção de o agradar uma vez mais o ofereceu um outro banquete.
O rei comparecereu a este no dia seguinte.
O momento foi tão bom para o rei que ele manteve sua pergunta: O que a rainha Ester tinha a pedir.
Como tem sido seus momentos com Deus? Tem sido bons? Eles têm existido?
Novamente, após o banquete o rei lembrou-se de que Ester tinha algo a lhe pedir.
Um banquete, dois banquetes...agora chegara a hora da petição, do requerimento e, como já dito anteriormente, ela não hesitou em apresentar o que queria.
Nosso rei é alguém que já nos conhece, que sabe quem somos e sabe o que queremos, mas quer ouvir de nós, saber de nós o que queremos, desejamos, ansiamos. Quer que apresentamos a Ele nossas prioridades.
Mas, na escala das nossas prioridades onde colocamos Deus?
Onde está Deus em meio às nossas prioridades e necessidades? Onde o temos colocado?
A rainha priorizou o oferecimento do banquete. Depois ofereceu novamente um banquete e em seguida é que realizou seu pedido.
Os banquetes foram uma forma de agradar a quem se queria pedir algo e, por que não agradar ternamente a quem pode nos auxiliar em tudo?
Em que lugar colocamos Deus em nossos dias?
“Quem não tem tempo pra Deus vive perdendo tempo”.
Deus nos dá a oportunidade de fazermos isso. Ele não quier ficar de fora de nossas prioridades. Não quer ficar de fora das nossas necessidades.
Ele quer que sintamos necessidade, falta d’Ele.
Quando o colocamos em 1º plano na nossa lista diária de prioridades Ele se alegrará e atenderá a nossos pedidos e necessidades.
Mas não é um simples e calculado jogo de barganha. Com Deus não se faz isso.
Deus tem imenso prazer emr elacionar-se conosco e, quando nos entregamos a Ele o Pai vem e nos auxilia em nossas necessidades. Mas, para que Deus nos auxilie é preciso também expressar nossos pensamentos a Ele.
Amanhã é uma boa oportunidade para isso. Será um dia diferente na presença de Deus se o colocarmos como prioridade em nossas vidas.
Se tivermos o cuidado de o colocarmos nesse patamar nas nossas vidas todas as áreas serão mudadas.
Como relatado nas passagens acima Deus mudou os rumos do povo de Deus e da rainha Ester e, do mesmo modo pode mudar os rumos de nossas vidas.
Basta que haja dedicada entrega e relacionamento baseado na confiança e no amor.

sábado, 24 de março de 2012

Importância do professor escrever bem

Escrever bem é expressar com clareza pensamentos, e ideias.
Mostra que o professor - de quaisquer disciplinas e níveis - valoriza a língua vernácula.
O indivíduo que lê, ao se colocar na escrita mostra que domina o vocabulário, que tem conhecimento de mundo.
como diria Paulo Freire, tem domínio da "palavramundo".
Quando avalio Planos de aulas de docentes e encontro erros ortográficos e gramaticais preocupo-me se os mesmos erros são reproduzidos no cotidiano, em sala de aula.
Alunos e pais esperam que professores saibam o que fazem; que sejam leitores, que sejam bons oradores e que dominem as regras que permeiam a prática da escrita.
Escrever bem mostra competência no escrever.
Ler mostra interesse em conhecer mais e em se aprimorar.
Falar bem mostra que o docente desenvolveu bem as duas primeiras modalidades no exercício de seu trabalho.