segunda-feira, 28 de maio de 2012

Tristesse

Ao som de Tom Jobim eu me vejo só.
Me sinto triste com uma série de situações e impossibilidades.
Desejo sinceramente tomar as rédeas da minha vida e me resolver sem machucar as pessoas que amo, sempre contando com o apoio e a compreensão delas.
Mas sei que peço muito.
Pelo menos peço.
Desejo construir meu próprio castelo, minha própria vida. Nada mais.
Desejo ter uma vida, uma família, seguir meu próprio caminho e, com a orientação Paternal e divina, traçar meu próprio destino.
O que realmente me entristece é que muitas vezes ninguém perceba isso e me faça sentir assim tão infeliz.
O que me entristece é que cada palavra minha dita, por mais amor que tenha, tem sempre o peso de uma pedra atirada com a falsa intenção de ferir.
Pois bem, por mais que doa, direi.
Por mais que não entendam, direi.
Por mais que não entendam meu amor, amarei.
Mas quero meu espaço respeitado, quero me ver amada, quero sentir que alguém de fato se importa, mas que não me controla.
Que tenho asas e posso voar...

E ser...

FELIZ.

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