Olá!
Estava eu degustando dentre meus velhos e queridos livros um que me fora presenteados por uma aluna.
O livro, de Gabriel Chalita, chama-se "Semeadores de esperança - Uma reflexão sobre a importância do professor."
Ele é um livro diferente e foi o primeiro que consegui ler em ordem aleatória, começando pelo capítulo V, sem que houvesse prejuízo aos demais textos.
Comecei pelo capítulo citado porque o tema medo me atrai.
Isso porque, como todo mundo, eu tenho os meus e, enquanto docente, não deixo de ter muitos.
Por essa razão eu, que já li e reli esse capítulo muitas vezes resolvi partilhar com vocês coisas que penso que são relevantes a nós, professores, educadores, docentes, ou como queira chamar.
Vamos saber mais?
Inicialmente, Chalita coloca um fato inerente à existência humana: Os medos fazem parte da vida. E mais: Não existe possibilidade de viver sem medo.
Nós, professores, não somos diferentes.
Nós também temos medos, e muitos!
Eis alguns deles:
1 - O medo do FRACASSO
Ninguém quer se sentir fracassado. Muitos almejam demonstrar uma posição exagerada de sucesso, falam muito de si mesmos, de suas histórias, conquistas e importância. Isso torna a relação professor-aluno desgastada e gera arrogância em quem fala muito de si mesmo. A arrogância, segundo Chalita, separa as pessoas. Já a humildade aproxima-as.
Ainda hoje, na era do conhecimento e da informação há professores que tem medo que o aluno perceba que ele não domina o conhecimento, o conteúdo. É importante assumirmos que não sabemos de tudo! É importante também nos colocarmos como pesquisadores curiosos e, JUNTO AOS NOSSOS ALUNOS, nos abrirmos aos novos conhecimentos e fatos.
Muitos alunos parecem ter particular prazer em fazer isso e tentar irritar o professor, buscando demonstrar que sabem tudo que o educador não sabe tudo o que acha que sabe. Chalita coloca que o desafio dele é DESTRUIR A AUTORIDADE DO PROFESSOR e que se trata de um joguinho.
Cabe ao professor ter discernimento para distinguir sabiamente as intenções do educando, descartar o que não é relevante e priorizar naquele momento o que de fato o é.
2 - O medo de não ser amado (Continuo na próxima oportunidade).