quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Sim. Eu tenho medos.

Eu sou daquelas pessoas que gosta de pensar, refletir, divagar sobre tudo que se passa ao meu redor.
Mas ao invés de falar, falar e falar eu gosto mesmo é de escrever e compartilhar sobre o que penso a respeito delas.
É mais um desabafar, um "vomitar" das coisas que eu sinto, porque às vezes elas vêm de maneira tão desconexa que juro que ninguém consegue me entender bem. Rs

Sabe, eu ando bem menos medrosa do que já fui nessa vida.
Atualmente ando muito mais com raiva do que com medo. Mas mesmo assim alguns medos me cercam.

Um deles é o medo por não estar conseguindo ser a profissional excelente que eu sei que eu sou! Eu estou num campo novo. Isso não me dá medo. Mas quando muitas vezes um colega vem até mim e se expressa, o que ele diz me dá a dimensão de que eu tenho a obrigação de o compreender e, nessa hora, todas as palavras de embaralham na minha mente como se eu fosse portadora de dislexia! Conheço as palavras, mas elas não se conectam, não se encaixam e eu paraliso! Paraliso por não estar conseguindo compreender. E isso sim, me dá medo!
O meu maior medo não está só nessa incapacidade que tenho visto em mim, mas também no medo de fracassar.

Sim.
Recentemente, ou melhor, hoje, descobri esse medo em mim.

Já enviei dezenas de currículos por aí.
Meu currículo é excelente, forte, consistente. Mas até agora, nada de ninguém me chamar.
Saibam que eu amo o meu trabalho. Mas muitas vezes me angustio por querer voltar a lecionar. Sinto muita saudades disso. E incrivelmente sinto saudades também dos tempos de cordenadora, sendo que um dia prometera que nunca mais trabalharia como tal! Hahahaha

Não perco o meu tempo tentando descobrir o porquê de nenhuma oportunidade aparecer.
Eu penso que isso é um gasto desnecessário de energia mental!
Eu penso mais no agora!
Penso em fazer o que tenho agora com carinho, dedicação, empenho. Embora eu sempre encontre gente que pense (e diga) que eu não faço absolutamente nada.
Nessas horas dá vontade de responder mal criadamente, ser grossa.
Mas meu eu, tranquilo do jeito que ele é, pondera, ri daquele comentário, porque eu sei que está tudo lá, arrumado e em ordem. Se nada faço, como disseram, é porque nada me deram e tenho que ficar caçando o que fazer.
Mas enfim, ninguém agrada a todos nunca.
E, por isso, decidi apenas fazer o meu trabalho, sempre de maneira excelente, para satisfazer a mim mesma e a Deus.
Eu acredito que quem faz tudo com amor a Ele e a si não trabalha, mas transforma o seu trabalho em prazer.

Mas mesmo assim continuo com medo.
Medo de não conseguir mostrar o quanto sou capaz, medo de estacionar, mesmo querendo crescer.
Não... não quero crescer subindo de cargo, nem pegando o lugar de ninguém!
Mas crescer dentro que eu gosto, que é ensinar!
Coordenar também me ensinou muito, mas eu amo estar entre as crianças, dividir com elas o que elas sabem, aprendermos mais juntos.
Trocar mais do que conhecimentos de Matemática ou Ciências naturais, mas sobre a vida.

E sou invadida pelo medo de não conseguir voltar para a sala de aula.

Também tenho medo de nunca mais encontrar alguém com quem eu possa me relacionar.
Não adianta você dizer que eu sou inteligente, linda. Eu já sei disso!
Mas a coisa não acontece!
Já me enervei, me desesperei. Não adiantou nada.
A vida sozinha às vezes é muito boa. Mas eu definitivamente não gosto de estar sozinha o tempo todo. Não sou do tipo de pessoa que se sente bem estando sempre só.
Admiro quem consegue, mas não sou dessa turma! Rs

É bom estar com alguém.
Trocar conversas, sair, dormir junto, acordar junto; ter carinho, assistir filmes e série, comentar sobre os últimos livros lidos, falar bobagens e rir.
Isso me faz bem, sabe!

A ideia de uma vida solitária antes me apavorava! Hoje me dá apenas medo, que, para mim, é uma visão diminuída do pavor.
Mas tenho medo também de encontrar alguém que não tem afinidades comigo e, num impulso movido pelo medo de ficar sozinha me atrelar a ele e sofrer.

Por conta disso me tornei mais racional.
Passei da fase de aceitar qualquer tranqueira!
Não se trata apenas de ser seletiva, mas de jogar com mais cuidado o jogo da vida.

Alguns me perguntam: você não tem medo de sofrer?
Claro!
Mas eu já entendi que o sofrimento é consequência de uma grande frustração. Quando perdemos algo que tínhamos e amávamos. Então, concluí que o sofrimento faz parte da nossa vida.
Sem o sofrimento não vêm as reflexões, as aprendizagens e o amadurecimento.
Aí perdi o medo dele.

Tenho mais medo do fracasso.
Tenho medo de tentar e não conseguir realizar.
Mas ainda sim continuo tentando.
Afinal de contas, o não da vida, as recusas, estas eu já as tenho.
Surpresa será quando a vida me disser: "Sim!", "Vai lá!", "É seu!", "Esse é o cara!", "Esse é o seu lugar, o emprego!", "Esse é o seu lugar no mundo onde você se encaixa!"

Os medos fazem parte das nossas vidas, amigos.
Isto é fato!
Mas deixar de viver por conta deles não é saudável!
Não se deixe paralisar! Continue a tentar!

Enfrente seus medos!
Faça, como diz Augusto Cury, debates consigo mesmo, questionando seus medos!
Insista, persista e, NÃO DESISTA!

Meus medos tem sido, para mim, oportunidades para enfrentar a mim mesma e ultrapassar as barreiras que meu próprio cérebro criou para mim.

Não sei se vale a pena enfrentar o mundo, mas os medos do meu, sim, vale, com toda a certeza!

domingo, 10 de julho de 2016

Analisando letras de Funk - 1

Julho, Domingo, 10.


Há muito tempo eu andava curiosa quanto ao conteúdo das letras de Funk.
Muitas vulgarizam a figura feminina, esculacham às mulheres.
Mas como eu não gosto de falar de assuntos sem bases decidi ler e refletir (se é que isso é possível, diante da linguagem simplista e óbvia empregada) sobre as 10 letras mais popularizadas no Brasil.


1. Bumbum granada;
2. Cheia de marra;
3. Roça roça 2;
4. Partiu;
5. Tá fácil dizer que me ama;
6. Elas gostam;
7. 5 mentes;
8. Mina louca;
9. Bang;
10. Melhor assim.

Há mais letras listadas e, quem quiser conferir pode pelo link acima postado.

Enfim, parei para apreciar a letra do 1.º lugar no ranking... veja no que deu:

Bumbum Granada - MCs Zaac e Jerry

Pesado!

Vários homem bomba 
Bomba, bomba, bomba, bomba aqui
Vários homem bomba
Bomba, bomba, bomba, bomba lá [Homens bomba, no Brasil? Seriam terroristas, indivíduos a serviço do     tráfico, homens em prática sexual individual mecânica? Aqui cabe mais que duplo sentodo, minha gente!!!]

[...] Hoje eu to pesadão
Carregando vários pente [Pentes de pentear os cabelos? Não, né?! Pentes que servem para municiar armamento. São estes senhores bons exemplos para crianças e adolescentes com personalidade moral em formação?]
É tudo que eu sempre quis
Pra mim ficar contente [O indivíduo está contente por estar cheio de munição?! É isso mesmo, produção?]

Os mano ta tipo bomba [Dito isso repetidas vezes]
E as mina bumbum granada [“As mina”? Manolos, existem escolas nas favelas! Enfim... bumbum que explode? Que inocente sou! Mulheres que dançam utilizando o bumbum de forma sensual, provocando os homens nos bailes Funk. Ora, se uma mulher dança sensualizando é óbvio que ela espera manter relações íntimas com o indivíduo com o qual ela dança. Se for diferente, basta que ela dance entre amigas ou, se não quiser, não dançar]

Vai taca
Taca, taca, taca, taca, taca
Vai taca
Taca, taca, taca, taca, taca [A expressão sinaliza a intensificação dos movimentos dos glúteos]

Beleza ta querendo peita (Peita para mim significa briga. A pessoa sai para o baile em busca de briga? Fála sério!]
Só que tu não entende nada
Se quiser pode vim
Que essa mina é preparada [É possível que seja. Se o baile cumprir a lei só maiores em idade podem ingressar e, geralmente, adultos sabem o que fazem]

Melhor da espaço pra ela
Por que a potencia é braba [A intensidade e força dos movimentos, que sinalizam, para muitos homens, uma mulher intensa em relações íntimas]

Resumo:

Fica muito óbvio: O cara se acha por estar armado e hipervaloriza a mulher que se superestima através de dança sensual com ênfase nos glúteos.
Onde está o Funk de protesto?
Onde estão as letras que denunciavam a forma como o morador da periferia é tratado no cotidiano?
Onde estão as letras inteligentes?
Onde está o anseio de viver uma vida melhor nas comunidades e de se subir na vida de maneira honesta?
Onde está o verdadeiro valor das coisas, caramba?

O Funk ostentação, para mim, é uma TRAIÇÃO ao Funk raiz, às origens!!!!
O Funk iniciou como um movimento expressão, denúncia, protesto!

Em outro momento analiso outra letra e posto aqui para vocês.

O que alguns homens querem das mulheres [mas não dizem]

Muitos homens e mulheres vivem hoje crises em relacionamentos ou têm dificuldades em entrar em um por esperarem coisas que não perguntaram se seus pares queriam partilhar.
Sei disso por ouvir muitos amigos, familiares, conhecidos e até em meus relacionamentos e, como consequência, resolvi me colocar por aqui.

Muitos homens se aproximam de mulheres empreendedoras, trabalhadoras e que tem facilidade em resolver coisas. E o fazem porquê? Porque querem uma mulher para resolver os problemas que eles não conseguem.
Aí eu pergunto: Você quer uma mulher ou uma secretária gratuita? Ou a ambos?

Outros, homens com históricos de doenças, procuram por mulheres com perfil maternal, cuidador, carinhoso. E porquê? Por que querem uma mulher que cuide de suas mazelas, doenças, que corram a médicos, os levem pelas mãozinhas à exames e cuidem deles no caso da mais simples unha encravada até hipertensão arterial. Faço outra pergunta: Você quer uma mulher ou uma médica / enfermeira / técnica em enfermagem não remunerada ou a ambas?

Outros procuram por mulheres com habilidades voltadas aos cuidados com a casa, a mobília, que cozinhe, que lave, passe. E porquê? Porque ele não quer ter de realizar estas tarefas e quer que outra pessoa o faça, como fazia antes sua mãe, sua irmã mais velha. Indago então: Você quer uma mulher ou uma empregada doméstica gratuita?

Sabem o que todos estes homens têm em comum? Nunca contam abertamente às pretensas consortes o que realmente querem, querem que elas façam o que eles não querem realizar.

Aí começam as crises: onde não há transparência há a sensação de engano!

Jogar limpo com uma mulher muda muito as coisas.
Há sim mulheres que vão se sentir felizes e satisfeitas por exercerem estes papeis. Outras, porém, não se disporão a isso.
Cabe então ouvi-la, tentar compreendê-la e partir para outra caso ela não corresponda aos anseios masculinos! Mas é possível que alguém corresponda.

Meu pensamento é de que as mulheres podem exercer todos esses papeis na vida de um homem, mas nem todas nós queremos porque se nós somos capazes de resolvermos todas as questões surgidas nas nossas vidas, porque um homem não é?
Se já temos de resolver nossas coisas porque ainda iremos assumir a vida de outra pessoa, resolver os problemas de um cara, cuidar da saúde dele quando muitas vezes mal cuidamos das nossas, lavar, passar, cozinhar, organizar o ambiente doméstico sozinhas quando eles são igualmente capazes?

Não cabe mais um homem acomodado na sociedade contemporânea assim como não cabe mais uma mulher que espera que um cara pague por tudo.

Mais do que em tempos anteriores estes são tempos de busca por equilíbrio!
É necessário que homens e mulheres tenham habilidades domésticas, de cuidados pessoais e para com o próximo, de administração, solucionar os próprios problemas!!!

E mais: não cabe mais a desculpinha safada de: "Ah, mas eu não sei fazer isso!"
O que mais há são textos, vídeos, aplicativos do tipo "Faça você mesmo" pela web afora prá nos ensinar!!!!

Um amigo sempre me dizia: "O mundo mudou e você PRECISA mudar!"

Então mudem! 
Mudemos nós, mudem eles, mudemos tudo!

sábado, 12 de março de 2016

Se reerga, se reedite, se levante: palavras para animar seu dia.

Boooooom dia, meus Friends!


Hoje acordei com aquela disposição de passar um blush de leve nas maças do rosto, um delineador nos olhos e um batom suave e ficar ainda mais linda!
Acordei com aquela disposição de zerar a lista de tarefas domésticas, de pôr minha casita em ordem, de sair para cumprir meus compromissos, ler um -- um, não -- vários livros e reabrir aquele livro de pintura que me dá nos neeeeervos (acho que sou das poucas pessoas que fica com a ansiedade triplicada quando pega naquilo! kkkkk)!
Fato é que minha mensagem para você é: "Não há mal que sempre dure!"
Imagino (e sei) que para alguns de vocês as coisas não andem às mil maravilhas.
Bem, os dias bons e os dias ruins chegam para todo mundo e isso é um fato.
Maaaaas, minhas perguntas são:
- O QUE VOCÊ PODE APRENDER NESSE MOMENTO?
- QUEM VOCÊ PRETENDE SE TORNAR DURANTE ESSA FASE? Alguém que pára, pensa, reflete, questiona A SITUAÇÃO, questiona SUA PRÓPRIA POSTURA DIANTE DELA, DECIDE, AGE e REAGE?
- Ou você pretende se deixar paralisar, congelar, deprimir e desesperar diante das adversidades?
Sei, por experiência própria, o que é estar paralisada pelo medo, tristeza e impossibilidade de agir e realizar.
Mas também sei que fazer uma mesa redonda, um debate consigo mesmo (palavras do Dr. Augusto Cury) são extremamente benéficas para que aprendamos a nos reerguer das cinzas, ainda que sujos, aparentemente derrotados e limpar a poeira de nossa epiderme, olhar-se no espelho, se dar o devido valor, se tornar bonito pra si e, assim, dia a dia, pouco a pouco, dar a volta por cima.
Para um dia como esse trechos de músicas me inspiram e me motivam, como "Diga quem você é, me diga! / Me mostre sobre a sua estrada, me conte sobre a sua vida!" / Tira a máscara que cobre o seu rosto / Se mostre / ... / O seu verdadeiro jeito de ser / ... / O importante É SER VOCÊ / Mesmo que seja estranho / ... (Pitty).
Seja você!
Se reerga!
Se reinvente!
Apesar de muitas correntes psicológicas não acreditarem que nós, adultos, podemos mudar, minha experiência de vida e outros psicólogos e psiquiatras dizem que podemos sim!
Reedite o filme da sua vida!
Seja autor de sua história!
Atua como protagonista e não mais como mero coadjuvante!
Tome as rédeas de si mesmo e de suas emoções e você vai ver que os dias deprimidos diminuirão até quase alcançares a extinção apenas por saberes lidar contigo mesmo.
I love U, my Friends!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

2 - O medo de não ser amado (continuação de Os medos contemporâneos do professor)

"O amor é um sentimento vital e todo mundo tem medo de não ser amado."

É assim que Gabriel Chalita inicia o tópico que estou apresentando resumidamente.

Ele coloca que é muito comum que eventualmente um aluno demonstre desinteresse pela aula, mas que isso, porém, não deve ser visto como um problema.

Ele nos lembra que vivemos em um mundo em que a velocidade das informações tem destruído a capacidade de concentração e que, por uma série de razões ele pode estar distante, como cansaço, tristeza, medo das avaliações, por ter uma família problemática ou ter sido abandonado (de muitas e diferentes formas).

É PRECISO QUE NÓS, PROFESSORES, COMPREENDAMOS QUE NEM SEMPRE O DESINTERESSE ESTÁ LIGADO À NOSSA IMAGEM.

O ser amado se torna um desafio para o professor e isso faz com que ele/ela perca tempo com conselhos intermináveis sobre atenção que o aluno deve ter em sala de aula.

Ora, isso torna a relação insuportável!

Ele fecha o tópico colocando o seguinte:

"O amor não se impõe, conquista-se. E todo professor, mesmo que não consiga admitir, sonha em ser amado pelos seus alunos." 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Os medos contemporâneos do professor (e não só dele) - Resenha

Olá!

Estava eu degustando dentre meus velhos e queridos livros um que me fora presenteados por uma aluna.

O livro, de Gabriel Chalita, chama-se "Semeadores de esperança - Uma reflexão sobre a importância do professor."

Ele é um livro diferente e foi o primeiro que consegui ler em ordem aleatória, começando pelo capítulo V, sem que houvesse prejuízo aos demais textos.

Comecei pelo capítulo citado porque o tema medo me atrai.
Isso porque, como todo mundo, eu tenho os meus e, enquanto docente, não deixo de ter muitos.

Por essa razão eu, que já li e reli esse capítulo muitas vezes resolvi partilhar com vocês coisas que penso que são relevantes a nós, professores, educadores, docentes, ou como queira chamar.

Vamos saber mais?

Inicialmente, Chalita coloca um fato inerente à existência humana: Os medos fazem parte da vida. E mais: Não existe possibilidade de viver sem medo.

Nós, professores, não somos diferentes.
Nós também temos medos, e muitos!
Eis alguns deles:

1 - O medo do FRACASSO

Ninguém quer se sentir fracassado. Muitos almejam demonstrar uma posição exagerada de sucesso, falam muito de si mesmos, de suas histórias, conquistas e importância. Isso torna a relação professor-aluno desgastada e gera arrogância em quem fala muito de si mesmo. A arrogância, segundo Chalita, separa as pessoas. Já a humildade aproxima-as.

Ainda hoje, na era do conhecimento e da informação há professores que tem medo que o aluno perceba que ele não domina o conhecimento, o conteúdo. É importante assumirmos que não sabemos de tudo! É importante também nos colocarmos como pesquisadores curiosos e, JUNTO AOS NOSSOS ALUNOS, nos abrirmos aos novos conhecimentos e fatos.

Muitos alunos parecem ter particular prazer em fazer isso e tentar irritar o professor, buscando demonstrar que sabem tudo que o educador não sabe tudo o que acha que sabe. Chalita coloca que o desafio dele é DESTRUIR A AUTORIDADE DO PROFESSOR e que se trata de um joguinho.
Cabe ao professor ter discernimento para distinguir sabiamente as intenções do educando, descartar o que não é relevante e priorizar naquele momento o que de fato o é.

2 - O medo de não ser amado (Continuo na próxima oportunidade).

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Cada dia é uma oportunidade única para memorizar.

Sabem, me pego muitas vezes olhando para os outros, para as situações e para mim mesma naqueles momento como se aquele fosse um momento de despedida.

Refletindo sobre isso percebi que é isso mesmo: estamos constantemente a nos despedir de algo, de alguém, de alguma circunstância, de sonhos -- realizados ou não -- de momentos.

Por essa razão vivo intensamente a observação do momento, desfruto muito da companhia das pessoas e experimento a ocasião a conta gota: porque sei que a qualquer momento alguém partirá, algo mudará, a situação se encerrará.

Por essa razão aconselho-te que te lembres de que tens apenas uma vida para viver.
Viva a vida bem, intensamente e com responsabilidade por si e pelos outros.
Porque hora dessa, puuuuft... tudo se caba e ao pó retorna.

Viva bem sua Família, seus círculos de amigos, aqueles que de fato valem a pena; os amores, suas emoções.
Seja sempre honesto e fiel consigo mesmo, pois tudo nessa existência é passageiro, efêmero, rápido.

Faça de sua passagem pela vida um belíssimo presente a si e a mundo, deixando-lhes um  belíssimo legado.

Bons sonhos.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Ética nos jogos virtuais interativos.

Olá.

          Apesar dos meus 33 aninhos sou daquelas que se pudesse daria mais tempo ao velho e querido vídeo game e que joga joguinhos considerados por muios coisas de Nerds e Geeks.

          Jogo há uns 3 anos, um jogo de realidade aumentada chamado Ingress (https://www.ingress.com/).


          Ele é um tipo de game que requer que o jogador saia de casa, conheça outros jogadores -- os de seu time, de preferência e, algumas, da faction adversária e interaja com eles.

          Ocorre que, como em todos os jogos competitivos existem atritos, rivalidades, animosidades.

          Dentro desse universo passei a fazer observações bem direcionadas e estruturadas da evolução da personalidade das pessoas e vi que em meio à competição muita gente perde a linha, ou seja, a ética.

          Pessoas que perdem portais ameaçam abertamente no chat do jogo, algumas o fazem ao vivo mesmo, ofendem, provocam, trocam acusações esquecendo-se de que apesar de tratar-se de um game eles ainda estão no mundo real e que, socialmente, ainda valem as regras de convivência do mundo real!

          Esquecem-se do princípio máximo da criação do jogo: DIVERTIR.

          Esquecem-se de outro princípio básico que pode levar muitos times à vitórias ou ao fracasso: a COOPERAÇÃO.

          Fato é que a conduta ética dos players tem sido alvo de estudos a ponto de empresas multinacionais investigarem como seus funcionários se portam em ambientes de jogos virtuais, visando afastar de seus quadros indivíduos de caráter duvidoso.

          Dar jeitinho, fazer uso de ações proibidas, mas não especificadas nas regras, tentar intimidar, ofender direta ou indiretamente, ameaçar não é jogar. É antijogo e, é por meio do jogar que se descobre a verdadeira face de muitas pessoas, do que faz de tudo pelo mínimo poder ao que age com ética, respeito ao outro e coopera com os demais para o sucesso do time bem como o contrário.

          Lembre-se: ética é o conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral de um indivíduo, de um grupo social ou de uma sociedade.

          Se você tem ética e a coloca em prática, parabéns a você.
      Se não, é hora de rever suas atitudes e considerar mudar seus [péssimos] modos e paradigmas.

                                                                                                                                  
                                                                                                                                Bye!

Para saber um pouco mais sobre o Ingress: http://jovemnerd.com.br/nerd-news/tecnologia/ingress-o-mmo-de-realidade-aumentada-do-google/